O Otaku parte 2


No Ocidente

Nos Estados Unidos, o termo chegou em 1992 com o animê Otaku no Video (uma mistura de animê e documentário que mostrava a vida dos vários tipos de fanáticos em animação na época) e foi difundido pela revista informativa Animerica como um termo para identificar indivíduos fanáticos como aqueles retratados na animação supracitada. O termo ''otaku passou a ser usado de forma pejorativa, designando aqueles que são totalmente fanáticos por um elemento dessa subcultura — no caso, animação e quadrinhos japoneses. O termo foi se popularizando conforme os animês se popularizaram, e graças à Internet, o termo se espalhou pelo mundo, e pouco a pouco seu sentido foi modificado conforme se espalhava.
Mesmo que em muitos países o termo otaku seja usado como sinônimo para fã de animês e mangás, em muitos lugares ainda se utiliza o seu significado original, como por exemplo, na Austrália. É necessário certa cautela quanto ao uso do termo, pois a multiplicidade de sentidos que ela possui pode gerar conflitos desnecessários.

No Brasil

Este termo foi primeiramente introduzido no Brasil provavelmente pelos membros da colônia japonesa existente no país, mas ficou restrito às colônias e ao seu sentido original (o tratamento respeitoso na segunda pessoa, literalmente sua casa ou sua família). Porém, o sentido mais novo foi introduzido na época da "explosão" de dekasseguis, ocorrida no final da década de 80, quando o termo já havia adquirido seu sentido pejorativo e o fluxo de dekasseguis do Brasil para o Japão se intensificou.
Porém, a popularização do termo, e em certa medida até mesmo dos animês e dos mangás no país se deu graças a primeira revistaespecializada de animes e mangás no Brasil — a Animax. Em tal revista utilizou-se provavelmente pela primeira vez a palavra otaku no mercado editorial brasileiro para agrupar pessoas com uma preferência por animação e quadrinhos japoneses. Como pôde ser percebido mais tarde, o significado original do termo e a visão pouco favorável que a sociedade japonesa tinha dos otaku não foi citada: o termo fora citado na Animax como sendo somente um rótulo utilizado por fãs de animês e mangás no Japão, e este foi o estopim da grande polêmica.
A omissão de explicações precisas sobre o termo e a posterior popularização de seu sentido já distorcido teve repercussões logo de início: fãs de animês mais velhos e membros da comunidade japonesa que conheciam o sentido original do termo otaku antes da popularização do mesmo foram os primeiros a protestar contra a popularização da distorção do significado da palavra, sendo prontamente rotulados deantiotakus, por supostamente "transformar o termo em algo pejorativo". As discussões sobre o termo dentro da comunidade de fãs de animês se iniciaram, sendo esta a primeira possível polarização aceitável como tal dentro da comunidade: muitos membros se denominavam como "fãs de animês" em tentativa de escapar do rótulo de otaku, por saberem do significado pejorativo que a palavra carrega e admitirem tal significado como o correto; enquanto outra parte se denomina prontamente como otaku e prega que não há sentido pejorativo na palavra.
As discussões continuam até o momento presente, em locais que vão desde fóruns especializados em animês e mangás a comunidades noOrkut, mostrando ainda um traço de polarização em relação ao termo e nenhuma conclusão em definitivo sobre o mesmo. Nos últimos anos, porém, é cada vez mais comum ver programas através dos meios de comunicação utilizando a palavra otaku em seu sentido alterado, posto que a grande maioria não conhece a história do termo, e são justamente estes que recebem mais atenção da mídia.
 

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O Otaku parte 1

Otaku (em japonêsおたく? lit. seu lar) é um termo usado no Japão para designar um fã por um determinado assunto, qualquer que seja. No imaginário japonês, a maioria dos otakus são indivíduos que se atiram de forma obsessiva a um hobby qualquer. No ocidente, a palavra é utilizada como uma gíria para rotular fãs deanimes e mangás em geral, em uma clara mudança de sentido em relação ao idioma de origem do termo. Muitos membros da comunidade acham o termo ofensivo por não concordarem com a distorção de sentido do mesmo e se recusam a ser chamados assim. O termo é normalmente utilizado apenas dentro da comunidade de fãs de animês e mangás e de falantes do idioma japonês, sendo portanto desconhecido para o grande público.



A palavra otaku em japonês é, originalmente, um tratamento respeitoso na segunda pessoa (em japonêsお宅? lit. seu lar). O humorista e cronista Akio Nakamori observou que a palavra era muito utilizada entre fãs de animês e a popularizou por volta de 1989, quando a utilizou em um de seus livros. Este livro, M no jidaidescrevia um assassino em série que se descobriu ser obcecado por animês e mangás pornográficos, e que recriava as histórias estuprando jovens garotas. A história foi inspirada em um assassino real, Tsutomu Miyazaki. Na época, criou-se um grande tabu em volta do termo e ele passou a ser usado de forma pejorativa para designar qualquer indivíduo que se torna obcecado demais em relação a um determinado assunto.
Com o tempo, surgiram diferentes "grupos" de otaku, que se identificavam de acordo com seus interesses em comum. Algumas delas são:
  • anime otaku (animação japonesa)
  • manga otaku (histórias em quadrinhos)
  • pasokon otaku (computadores)
  • gēmu otaku (videogames)
  • tetsudō otaku (miniaturas, como trens de brinquedo)
  • gunji otaku (armas e coisas militares)
  • auto otaku ou jidosha otaku (carros, em especial os kei-jidosha e demais modelos destinados ao mercado interno japonês)]
  • dattebayo otaku (wels e coisas estranhas)No Brasil, se proliferou o dattebayonismo, espécie de otaku especializado no seriado Naruto, inspirado nas ações de seu idealizador, Welington Z. As reuniões dos aficionados, geralmente fantasiados, também levam em conta a fidelidade a aparência física e sobretudo a linguagem própria do seriado japonês exibido pela TV Tokyo.

Pode-se associar os otaku aos hikikomori quando a obsessão por um determinado tema atinge o seu ápice, culminando no isolamento do indivíduo em relação àquilo que não tem relações com o tema em questão e gerando os problemas psicológicos que caracterizam umhikikomori.
No ocidente, uma palavra com um sentido próximo seria maníaco ou fanático. As palavras maniakku ou mania (do inglês maniac) também são usadas do mesmo modo para pessoas que tem muito interesse, mas de uma forma mais amena e saudável: anime maniakkugēmu mania, etc. Este uso seria equivalente à palavra  no ocidente.
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O Anime parte 3


Relação com outras mídias

O mais normal é que, quando um mangá alcança sucesso considerável de vendas no Japão, ele seja transformado em anime e se este também obtiver êxito, é traduzido e distribuído a outros países. Eventualmente, diversos produtos relacionados a ele começam a ser produzidos, como jogos de videogamebonecos e revistas.
No entanto, há casos em que a ordem se inverte, como Neon Genesis Evangelion, cujo mangá foi produzido após o sucesso da série de televisão e Dragon Quest e Pokémon, que eram jogos, a partir do qual foram produzidos animes e mangás.


Influência

O estilo dos animes já influencia a cultura ocidental e está presente também além desta. Por exemplo, a grife Cavalera já lançou uma coleção com alguns personagens clássicos, influências orientais e até mesmo citações de yaoi.
A dupla Daft Punk produziu em parceria com Leiji Matsumoto e Kazuhisa Takenochi, animadores profissionais do Japão (que já fizeram animes como Digimon e Sailor Moon) o filme Interstella 5555: The 5tory of the 5ecret 5tar 5ystem. A banda norte-americana Linkin Parktambém já fez referência a clássicos da animação japonesa como Gundam, além de ter todo um videoclipe, Breaking The Habit, produzido usando a técnica do anime. Por sua vez, Madonna criou um bloco inteiro dedicado ao mundo oriental em sua turnê Drowned World Tour. Em uma das canções são mostrados alguns animes hentai (pornográficos) nos telões da apresentação de 2001 da estrela. Além disso, em seu clipe, Jump (situado em Tóquio), a cantora ainda parece se fantasiar de Mello, personagem de Death Note. O Gorillaz e o Daft Punk foram outras bandas que utilizaram animes em seus clipes. Pode-se citar, Britney Spears, com o clipe Break The Ice, todo produzido no estilo anime. E, por fim, a banda Os Seminovos produziram o clipe da música Ela é otaku, com bastantes imagens de animes conhecidos, disponível no YouTube.
Animações japonesas já receberam ou foram indicadas a vários prêmios internacionais. Sen to Chihiro no Kamikakushi recebeu o Oscar de melhor filme de animação em 2003 e 35 outros prêmios. Nesse mesmo ano, o curta-metragem Atama Yama, de Koji Yamamura, recebeu o grande prêmio do Festival Internacional de Animação de Annecy na França e do Filmfest de Dresden, na Alemanha, além de ser indicado ao Óscar de melhor curta de animação. Esse mesmo prêmio foi recedido em 2009 a Kunio Kato por Tsumiki no ie.


Fãs de anime

Com o crescente sucesso dos animes, surgiu pelo mundo uma comunidade de fãs que se tornaram conhecidos como otaku. O próprio termo é alvo de discussões, pois no Japão o verbete possui conotação pejorativa. Muitos dos espectadores de anime não se consideramotaku, preferindo fugir do rótulo controverso.

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O Anime parte 2


Características

Há também na animação japonesa grande presença de personagens bem-humorados, mesmo que alguns tenham uma conotação homossexual. As duas características são reflexos da cultura japonesa, onde não há muita distinção entre homossexuais e heterosexuais[carece de fontes], mas fora deste contexto, como no Ocidente, essas ações acabam por ser muitas vezes mal interpretadas, levando em muitos casos à censura e adaptação de personagens.
Em muitas produções pode-se conferir caracterizações exageradas de sinais visíveis de sentimentos, como:
  • gota de água que aparece do lado do rosto do personagem representando constrangimento;
  • diminuição súbita do personagem representando vergonha ou medo;
  • nervos estilizados, dentes ou chifres aparecendo repentinamente nos personagens representando raiva ou maldade.
A voz também é um elemento muito importante num personagem. Elas são selecionadas de acordo com a personalidade dos personagens. Vozes muito poderosas, infantis, estridentes, harmoniosas ou cavernosas fazem parte do universo de qualquer anime, e os dubladores ouseiyu são alvos da admiração de muitos fãs.

[editar]Formatos

No Japão, os animes são lançados em três formatos:
  • Série de televisão: transmitido pela televisão aberta ou paga, e geralmente, com o fim da série há o lançamento do DVD ou VHS. Comparado com filmes e OVAs, a qualidade da imagem pode ser muito menor por ter um orçamento distribuído em um grande número de episódios. Muitos títulos apresentam 13 ou 26 episódios com duração de 23 minutos. Na maioria das vezes, possuem créditos iniciais e finais, cenas curtas que anunciam o início e o fim do intervalo comercial e prévia do episódio seguinte.
  • Filme: exibidos em cinemas e, mais tarde, lançados em DVD, ou, em alguns casos, em canais pagos. Geralmente apresentam a qualidade de vídeo e o orçamento mais alto. Muitos animes são unicamente lançados em filmes. No entanto, há casos em que os filmes são na verdade uma edição minimizada da série de televisão.
  • OVA ou OAV (sigla de Original Video Animation): é o anime produzido para ser vendido em DVD e VHS e não para ser exibido na tevê como uma série. Assim como filme, depois de algum tempo, o OVA pode passar em canal fechadotambém. Normalmente são mais curtos que os filmes e possuem mais de um episódio

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O Anime parte 1


Animeanimê (português brasileiro) ou animé (português europeu) (em japonêsアニメ anime?, literalmente,desenho(s) animado(s)) é qualquer animação produzida no Japão. A palavra anime tem significados diferentes para os japoneses e para os ocidentais. Para os japoneses, anime é tudo o que seja desenho animado, seja ele estrangeiro ou nacional. Para os ocidentais, anime é todo o desenho animado que venha do Japão. A origem da palavra é controversa, podendo vir da palavra inglesa animation ("animação") ou da palavra francesa animée ("animado"), versão defendida por pesquisadores como Frederik L Schodte Alfons Moliné. Ao contrário do que muitos pensam, o animê não é um género, mas um meio, e no Japão produzem-se filmes animados com conteúdos variados, dentro de todos os géneros possíveis e imagináveis (comédia, terror, drama, ficção científica, etc.).
Uma boa parte dos animes possui sua versão em mangá, os quadrinhos japoneses. Os animes e os mangás se destacam principalmente por seus olhos geralmente muito grandes, muito bem definidos, redondos ou rasgados, cheios de brilho e muitas vezes com cores chamativas, para que, desta forma, possam conferir mais emoção aos seus personagens. Animes podem ter o formato de séries para a televisão, filmes ouOVAs.

História


Pôster de Hakujaden, a Lenda da Serpente Branca, primeiro longa-metragem em cores do pós-guerra.Hakujaden deu início a industrialização da produção animada do Japão.
Com a ocupação dos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial, muitos artistas japoneses tiveram contato com a cultura ocidental e, influenciados pela cultura pop dos Estados Unidos, desenhistas em início de carreira começaram a conhecer os quadrinhos e desenhos animados na sua forma moderna. Havia negociantes que contrabandeavam rolos de filmes americanos, desenhos da Disney e outros.
Entre os principais artistas que se envolveram com a tal arte, estavam Osamu TezukaShotaro Ishinomori eLeiji Matsumoto. Estes três jovens, mais tarde, foram consagrados no mercado de mangá. Na década de 1950, influenciados pela mídia que vinha do Ocidente, diversos artistas e estúdios começaram a desenvolver projetos de animação experimental.
Na época em que o mangá reinava como mídia nasceram os pioneiros animes de sucesso: Hakujaden (A Lenda da Serpente Branca) estreou em 22 de outubro de 1958, primeira produção lançada em circuito comercial da Toei Animation, divisão de animação da Toei Company e Manga Calendar, o primeiro animê especialmente feito para televisão, veiculado pela emissora TBS com produção do estúdio Otogi em 25 de junho de 1962, que teve duração de dois anos.
Logo em seguida, em 1 de janeiro de 1963, foi lançado Astro Boy, baseado no mangá de Osamu Tezuka, já com a estética de personagens de olhos grandes e cabelos espetados vinda da versão impressa. Astro Boy acabou tornando-se o propulsor da maior indústria de animação do mundo, conquistando também o público dos Estados Unidos. Tezuka era um ídolo no Japão e sua popularidade lhe proporcionou recursos para investir em sua própria produtora, a Mushi Productions. Outras produtoras investiram nesse novo setor e nasceram clássicos do anime como Oitavo Homem(Eight Man), Super Dínamo (Paa Man), mas ainda com precariedade e contando com poucos recursos, diferente das animações americanas.
Em 1967, surgiram quatro filmes e catorze séries animadas no Japão, entre elas A Princesa e o CavaleiroFantomas e Speed Racer, o primeiro com grande projeção internacional
Animês infantisinfanto-juvenis femininos e sobre robôs gigantes acompanharam o crescimento do número de séries semanais durante a década de 1970[4]. Na época, a Tatsunoko Production, criadora de Speed Racer, lançou um título de sucesso chamado Gatchaman (no Ocidente, Battle of the Planets).


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O anti-scan de mangás

Pra todos os otakus do mundo aviso urgente!
a "Japanese Digital Comic Association" uma associação criada por empresas
japonesas e americanas de mangá,esta lutando para acabarem com os
scans ilegais de mangá e revistas japonesas,mais e aqueles que não podem
comprar como ficaram?



Tipo eu acho isso uma sacanagem com todos os otakus do mundo, porque nem todos temos condições de ficar comprando inúmeros mangás todo mês, então eu acho que deveriam acabar com isso de anti-scan. E quem ta falando e ta tendo o anti-scan não sou eu, se vocês preocurarem vocês vão achar na net matérias sobre isso !!!
bom o aviso ta dado se alguem que ler este post quiser fazer algo contra isso, todos os fanáticos por mangás do mundo agradeceram, inclusive eu !!!


vlw galera e até a próxima.
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Especial !!!

Esse post é pra uma amiga minha que deu uma idéia, que era pra mim postar q eu amo ela então ta ai ...
BELLS EU AMO VOCÊ !!! *______*
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A rede social

A Rede Social (The Social Network) vence o espectador logo na primeira cena por exaustão, quase por W.O., antes mesmo dos créditos iniciais. Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) fala sem parar sobre os QIs dos gênio e as fraternidades mais exclusivas de Harvard numa velocidade que a sua namorada, à sua frente, não consegue acompanhar. O barulho no Thirsty Scholar Pub é alto, toca "Ball and Biscuit", e no momento em que Zuckerberg finalmente leva um fora da garota nós podemos ouvir o climático solo de guitarra da música do White Stripes ao fundo.

A trilha sonora executada como extensão do conturbado fluxo de consciência de Zuckerberg é uma das ferramentas de que o diretor David Fincher dispõe para manter o espectador conectado à sua verborrágica história oral da criação do Facebook. Isso fica claro no instante seguinte, a saída do pub, os créditos do filme, quando toca fora de cena a primeira faixa composta por Trent Reznor e Atticus Ross especialmente para a trilha, "Hand Covers Bruise" (é a mesma música que fica ao fundo no site oficial). Nela, acordes simples ao piano vêm acompanhados de um zumbido que nos deixa ao mesmo tempo apreensivos e anestesiados.

Há um clima de urgência se instalando em A Rede Social, como se Mark Zuckerberg, depois do fora, corresse ao dormitório por predestinação, chamado a cumprir um papel milenar que lhe cabe. O nerd não é um macho alfa, de qualquer forma, e como o nosso narrador tem à mão a Internet, o seu fluxo de consciência logo vira uma série de posts rancorosos no velho Livejournal. Para se vingar das mulheres, Zuckerberg hackeia do seu quarto em Harvard algumas redes de faculdades e cria um site que ranqueia fotos de universitárias. Começa a germinar aí a ideia da rede social que o tornou bilionário.

O Zuckerberg real afirma que nunca houve a tal namorada, mas para o filme isso não importa. Como uma advogada diz mais adiante, "todo mito de criação precisa de um diabo", e o gênio overachiever de Harvard não é muito diferente de outros magnatas da comunicação que acabam virando arquétipos de tragédia no cinema - homens que ligam pessoas e terminam sós, que lidam com as palavras mas não conseguem se expressar - como o próprio Charles Foster, o Cidadão Kane.

A Rede Social, então, funciona em dois níveis. O primeiro é o mundo como o narrador Zuckerberg vê, um borrão cor de musgo cheio de eventos desinteressantes. O próprio Fincher - sempre um niilista - em cenas como a da regata, onde o protagonista não está presente, reproduz essa visão (a mecanicidade eterna dos gêmeos remadores é o contraponto ideal aos arroubos de articulação de Zuckerberg). O segundo nível, em oposição, é o mundo de fato - que em seu movimento inercial não se deixa alterar pelos atos de Zuckerberg, ao contrário do que o nosso anti-herói, na sua mania de grandeza, gosta de pensar.

Perguntas como "tenho sua atenção?" e "você está ouvindo o que estou dizendo?" surgem um par de vezes. No fim das contas, embora o Facebook trate de conectividade, David Fincher está fazendo um filme sobre a dissonância. É como o ruído que persiste na trilha de Reznor, literal e metaforicamente.

Nesse sentido, talvez A Rede Social esteja tão próximo de Zodíaco, o melhor filme do diretor, quanto de Cidadão Kane. A impossibilidade de redenção e a estrutura temporal baseada num longo flashback são as mesmas do clássico de 1941, e Zuckerberg tem seu Rosebud pessoal, evidentemente. Já a sensação de impotência é comparável à de Zodíaco, um filme com personagens que também projetam no mundo relações irreais de causa e efeito, para preencher seus vazios. No suspense, o jornalista e o cartunista procuram pistas de um assassino que talvez não exista mais. Em A Rede Social, Zuckerberg, desde aquela primeira cena no bar, enxerga segundas intenções em tudo.

O Mark Zuckerberg da realidade tem todo o direito de reclamar do seu retrato ficcional, que afinal é simplificado para se encaixar num certo perfil, num certo arco. Mas o Zuckerberg do filme, embora pareça, não é uma vítima das circunstâncias ou do seu temperamento. É, sim, vítima de seu tempo.

Abaixo segue o video :
http://www.youtube.com/watch?v=kAwIKMYN6UU&feature=related
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Castlevania o anime

segue abaixo o video de Castlevania The Animation:
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Trailer do Avatar: O ultimo mestre do ar

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A nova lenda ...



O desenho de sucesso Avatar: A Lenda de Aang terá sua continuação ano que vem, com o subtítulo A Lenda de Korra. A protagonista (Korra) é o Avatar após Aang e a história se passa 70 anos depois da primeira temporada. O cenário não será de reinos e tribos como o anterior. A trama se passa na Cidade da República, o epicentro do mundo, com um visual steampunk.Korra
Korra é da Tribo da Água do Sul e já domina três dos quatro elementos, precisando apenas aprender a dobra de ar. O mundo está em paz e as quatro nações vivem juntas na Cidade da República. Porém, há diversos crimes e ativistas antidobradores, e Korra terá que impedir um incidente juntamente a Tenzin, filho de Aang.
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O Héroi


Está disponível na internet a primeira foto do ator Andrew Garfield vestido como Homem-Aranha no novo filme:
Clique na imagem para ver maior.
Faça a comparação com o uniforme anterior (à direita). Se você já achou a “fantasia” do primeiro Aranha legal, imagina a nova!
O novo filme do aracnídeo começou a ser filmado em dezembro de 2010, mas estreia só dia 3 de julho de 2012. Além de Andrew Garfield no papel do herói Peter Parker, um grande elenco, composto por Emma Stone, Rhys Ifans, Martin Sheen, Denis Leary, Chris Zylka, Irrfan Khan e C. Thomas Howell, promete deixar o reboot de Homem-Aranha mais eletrizante que os três filmes anteriores da franquia.
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Mangás

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Site de Animes

E aii pessoal, passando pra deixar um site que recomendo pra quem quer baixar animes !!!
segue abaixo o link:
http://www.strifeproject.xpg.com.br/
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Blogger: Emoção é Diversão - Configurações básicas

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O que é ser Otaku?

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Naruto Shippuden: Ultimate Ninja 4

Os animes, animações de origem nipônica, já conquistaram o mundo há um bom tempo. Talvez um dos exemplos mais populares destas criações japonesas seja o famoso Pokémon, que debutou como jogo para Game Boy antes de atingir as telas das TVs de todo o mundo no formato de animação. Os monstrinhos simplesmente geraram uma febre incalculável, abrindo definitivamente as portas para o mundo dos animes.

Um cara que já causou muito estrago nos gamesApós o sucesso dos Pokémons, diversos outros animes surgiram, e muitos também conseguiram conquistar boa parte da população. Atualmente, a febre é causada por um ninja adolescente: Naruto. Criada por Masashi Kishimoto, a série fez sua primeira aparição na revista Shonen Jump, em 1999. Após o sucesso como mangá, o herói migrou para os animes, estreando em 2002 no Japão.

No Brasil, as coisas não foram muito diferentes. Naruto chegou com força total no ano de 2007, e a pancadaria tomou conta do país do futebol. Obviamente, muitos games surgiram nesta brincadeira. Praticamente todos os consoles da época receberam os ninjas de Konoha em jogos encharcados por lutas.

Os usuários do PlayStation 2 foram os que mais levaram vantagem. Jogos como Naruto Ultimate Ninja e Naruto Shippuuden: Narutimate Accel 2talvez sejam os exemplos mais contemplados pelos milhares de jogadores que possuíam a plataforma. Mas parece que o ninja não está nem pensando em sua aposentadoria. Assim como os mangás, que ainda continuam sendo produzidos, a história de Naruto nos games ainda deve render excelentes games.

Produtora com tradição


Recentemente, a desenvolvedora japonesa CyberConnect2, que já trabalhou em jogos da franquia .hack, lançou um ótimo título sobre o Naruto e seus companheiros. Intitulado Naruto: Ultimate Ninja Storm , o game chegou com exclusividade ao PlayStation 3, trazendo gráficos de altíssima qualidade, talvez os melhores da série, e combates intensos.

Desta vez, a empresa decidiu levar o universo Shippuuden de volta para o PlayStation 2. Como muitos sabem, Shippuuden é a segunda parte do mangá, na qual Naruto e o restante do elenco são adolescentes e, consequentemente, possuem um comportamento mais maduro. O novo game, intitulado Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 4, retornará às origens da série Ultimate Ninja, trazendo novamente um sistema de combate com dois bidimensionais separados. Prepare-se para encarar muita pancadaria no bom e velho estilo de Naruto.

Um bom e velho estilo de luta

Se você já desfrutou de qualquer um dos títulos envolvendo o ninja hiperativo, provavelmente sabe que os games contam com uma proposta simples, resumida a um combate repetitivo. Em Ultimate Ninja 4 as coisas não devem ser diferentes. Você ainda pode se mover para frente e para os lados, o que permite ao jogador realizar movimentos evasivos e outros golpes. Isso também deixa as batalhas muito mais intensas.

Para derrotar seus inimigos, você conta com muitas habilidades diferentes. É possível utilizar ataques normais para realizar combinações variadas, ou então lançar projéteis como shurikens. Além disso, cada um dos ninjas pode utilizar seu Chakra para ataques especiais, o que oferece um resultado devastador. Há também movimentos em que o protagonista corre pela parede e os famosos Jutsus de Substituição, no qual o personagem se transforma em um tronco para desvirtuar a atenção do inimigo.

Contudo, se você deseja obter sucesso nas lutas, basta abusar do botão círculo. Indique uma direção e pressione rapidamente o botão para um resultado satisfatório, uma tática que já virou tradição nos games da série Ultimate Ninja. Sem dúvidas, o sistema de combate é bem simples, e até os jogadores casuais podem desfrutar dele sem possíveis frustrações.

O sistema de jogabilidade deve ser simples como um soco

Pedra, papel e pancadaria!


Mas, felizmente, a equipe da CyberConnect2 tratou de inserir algumas modificações no combate de Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 4. O jogo oferece um sistema chamado Shadowblur Extra Hit, que é, no mínimo, interessante. Uma vez ativado, você participa de um minigame envolvendo um jogo de “Pedra, papel e tesoura” durante as batalhas. Para que ele seja acionado, basta trombar com seu oponente com uma corrida.

Rasengan é um dos Jutsus disponíveis no gameHá também outros minigames que aparecem quando dois Jutsus normais se colidem, adicionando ainda mais desafio à experiência do jogo. Fora isso, você também pode optar pelos Ultimate Jutsus, que contam com um visual repleto de estilo. O mais interessante desta técnica é que cada um dos personagens possuem três Ultimate Jutsus diferentes, oferecendo grande variedade ao jogador.

Quanto aos personagens em si, Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 4 oferece uma possibilidade interessante para os fãs da série. É possível selecionar entre guerreiros originais e Shippuuden, permitindo combates utópicos. Mas nem tudo é tão simples como parece. Muitos dos ninjas terão de ser desbloqueados, mas é algo que vale algumas horas de jogo.

Modos para todos os gostos


Outro fator que deve influenciar no tempo de vida do jogo é a variedade de modos. Talvez o mais atraente seja o principal, intitulado Master Mode. Nele, o jogador irá percorrer a história de Naruto e ainda poderá explorar ambientes gigantescos para coletar experiência e itens. Os inimigos também não ficam de fora, e também serão encontrados em sua jornada conforme você explora os diversos locais que compõem o game. Vale lembrar que os ambientes apresentados nas imagens ainda não representam o resultado final do game.

Fora isso, Ultimate Ninja 4 possui o Hero Mode, que segue diversos arcos históricos do anime original de Naruto. Já o Free Battle Mode fornece a possibilidade de lutar contra qualquer inimigo escolhido por você. Nada de cenas para cortar a empolgação de suas lutas. Por último, temos oPractice Mode, em que, como o próprio nome sugere, é possível treinar suas habilidades e oShop, no qual jogadores podem comprar bugigangas.

Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 4 parece conter diversos elementos que serão como um presente para os fãs da série. Usuários do PlayStation 2 irão, novamente, participar de combates intensos e ainda poderão desfrutar de diversos modos de jogo. Resta esperar até 24 de março de 2009, data em que os ninjas de Konoha retornam para quebrar tudo no PS2.
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